terça-feira, 23 de dezembro de 2014
Pontos; Essa Época
Bem, eu não misturaria, mas não quero abrir mais outro post. Eu não sei.
Sinto sua falta, estamos em Natal, e me machuca de um jeito inexplicavel sua falta.
Eu sempre te tive comigo, e essa sempre foi a fase mais especial do ano, a parte mais legal e mágica que eu poderia viver durante todo o ano, mas sem você aqui, eu nem sei dizer como me sinto.
Há gente por perto, mas eu tô chorando, e espero que ninguém acorde.
Eu trocaria muita coisa só por ter você amanhã, e eu teria um dia incrível pra não ser triste em um dia feliz.
Passo tanto tempo segurando minha tristeza só pra não ser humilhada, que eu acabo sufocando, e tem sido assim faz tanto tempo.
Merda, 11 meses, deram 11 meses. E talvez durante uma madrugada você foi embora.
Mês que vem, 1 ano.
Vou passar um dia com estranhos que conheço, e isso é uma merda, porque talvez ficar na minha toca fechada já fosse mau suficiente pra mim, mas hoje já está um inferno por causa desse significado.
E 25 de manhã? Pior ou igual.
Vou acordar sem você fazendo aquele chocolate quente "diferente" e me dando diabete livre.
E vão ser dois dias pra criar um perfeito imaginário que provavelmente vai me deixar com raiva porque vai ser um inferno.
E um inferno sem você.
Alguns ganham, outros perdem.
Eu estou em negação e assimilação sem conclusão há quase um ano, perdi demais.
Mas saiba que vou fazer biscoitos de gengibre, e desejaria que estivesse aqui para provar e dizer que estava bom, pelo menos de mentirinha.
SINTO TUA FALTA, GORDA.
Te amo demais, pra sempre, pra sempre, pra sempre, pra sempre, pra sempre, pra sempre...
Agora
Eu estou triste, e é porque sinto sua falta.
Esse vai ser o primeiro Natal sem você, e isso me atormenta demais, parece que não vale nada, e ninguém se preocupa, não vai ser a mesma coisa.
Odeio o fato das suas filhas terem vindo, odeio o fato de serem quem são, e terem mexido nas suas coisas, quando nunca se quer se importaram de verdade com você. Eu queria seu livro de receitas, pra não perder a tradição e ter o mais especial de você nessa época.
Eu não me sinto acostumada sem você, e eu me sinto tão infeliz, e esse ano foi uma merda.
Fiz menos que o mínimo necessário, não me importei com o suicídio e menti o tempo todo, até para mim mesma, e isso me entristece, porque nunca perdi a linha como esse ano.
Pouco me lembro, e o que me lembro foi de ter sido um fracasso.
Teve um buraco grande, e por fim, ele é a sua falta.
Por que você foi? Por que você foi tão boa pra mim?
Você foi a única.
Em mil aspectos, a única me amar incondicionalmente.
Faz tanto tempo que não chorava por mim, nossa.
Isso foi a melhor coisa no mundo pra mim, e agora isso me abre um buraco.
Te amo tanto, pra sempre, mesmo que eu me esqueça de tudo, sempre vai ter sua presença, de qualquer jeito.
Obrigado por ter sido foi, obrigado pelo seu amor, sua atenção.
Isso jamais poderia ser substituído, porque sua dedicação, pra me dar atenção e ligar pra mim nunca mais pude ver, e o mundo nunca vai reembolsar sua falta.
domingo, 12 de outubro de 2014
Como desandam as coisas
Oi,
Tudo bem?
Eu pouco me lembrei de pedi seu auxílio por causa do cansaço.
Ando em um extremo cansaço e isolamento.
E é isso, eu ando extremamente infeliz.
Em um complexo de vazio e retrocesso maligno.
E se ao menos eu soubesse que algo vai dar certo, mas eu não sei.
Por isso ao menos concluí que minhas mágoas com eles não será exposta e minhas dores da infância até agora serão queimadas ou jogadas fora, serão excluídas e jamais expostas a mais ninguém.
Isso faz mal a tudo e a qualquer um. Demais pra mim.
Devo deixar que essa parte silencie.
Eu realmente concluí que se eu não for capaz se quer de dar esse passo, não sei porque seguir em repetir um ano insignificante.
Isso alvejaria toda e qualquer coisa boa que há dentro de mim, seria como me decepar de vez.
Eu ainda estou agonizando, há alguma esperança.
E como sempre eu estou sozinha, completamente e sei que dessa vez, de verdade eu não vou escapar como tenho feito o ano todo, então talvez seja a hora de parar de fugir de verdade e ser honesta comigo mesma.
Procurarei ela e falarei francamente de minha atual situação, sem expor meus pais.
Quanto aquela pessoa, acho que posso deixar aquela pessoa e buscar tracejar sem desvios minha vida a partir de agora, eu mereço.
Hoje ela tem mais alguem e isso me desprende tranquilamente, e mesmo aquela maldade fica abrandada por saber que ela o tem todos os dias, e todos os finais de semana.
Tornar-me desnecessaria sempre foi libertador e sempre existirá esse momento.
Procurarei a ele, e pedirei meus dignos cigarros, acho que ele não vai me negar e eu ficarei completamente agradecida.
Eu só sei que preciso desafogar.
Não, não se trata de magoas, e sim respirar, menos gente pra me pedir e exigir.
-1 = alivio.
Eu deveria ter feito isso, mas restava a sensação de deixa-la só e isso me fazia sentir culpada.
Agora quem sabe eu possa parar só, além disso, eu estava exausta e talvez tenha demorado demais em tomar essa decisão.
Mas o verdadeiro amigo não surge, e eu ainda estou segurando firme.
Queria saber se ele existe ou não, pelo menos.
Mas sou desconfiada e antecipada demais, a ponto de se quer lhe confiar nomes e posições nos meus relatos. Se quer a você.
Bem, o caso é que me tornei um problema tipo com incognitas demais e isso me preocupa.
Que algo dê certo, é isso o que desejo.
Espero que esse dia chegue.
Sinto sua falta,
Te amo muito.
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Nem eu sei
Oi,
Eu deveria ficar feliz por ela?
Pois ainda tenho a mesma opinião de que ela é uma grandississima filha da puta.
Ok, ok.
Isso sim agora é uma pagina virada, definitivamente.
Eu estou confusa quanto a ela, por isso prefiro esperar, pra não magoar ela.
Pra ser sincera, nem se passa nada dessas coisas na minha cabeça, queria só me manter no meu buraco e morrer nele.
Talvez seja isso que eu deva fazer, melhor não ser impulsiva para não me arrepender de novo, e agora tenho maiores prioridades.
É isso.
Queria novos amigos, desses que gostam de cultura tanto quanto eu, mas tá dificil, viu.
Vou ver se acho pessoas nas redes sociais, e foda-se.
Nunca mais vou convidar ela pra nada, porque desde sempre ela nunca mereceu, e agora não tenho o minimo porquê.
Me sinto idiota.
Te amo,
Tchau.
Amizade
Oi,
Ando deprimida.
Isso é tão patetico, mas o mais engraçado é que ninguem percebe, e alguns não querem saber.
É realmente engraçado, literalmente.
Isso talvez defina o qual apagada eu me tornei, e acho que me tornei muito apagada.
Me fechei como jamais pensei que faria, e agora acho que só ele tem acesso a isso, mas ainda assim estou sendo superficial
Mas acho que com ele eu posso, por inteiro, ser sincera, ser aberta.
Acho que ele é o unico que se manteve comigo apesar dos apesares, e alem disso, ainda que com seus egoismos, mas ele não deixa de acreditar em mim.
Somos cumplices emocionais, afinal.
Tudo começou com sentimentalismo.
Tudo segue com sentimentalismo e confiança tambem.
Estou feliz e grata pela amizade dele, me sinto querida, e ele é meigo.
Acho que é uma das amizades mais forte que tenho, porque vence a distancia, o tempo e as crises.
Estou feliz por isso, mesmo.
Mas obrigada por me ouvir mais uma vez.
Te amo,
Queria que estivesse aqui.
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Deveres para tão logo
Oi,
Hoje se passou mais um dia, e pra ser sincera, sei lá.
Estive com eles, mas preferia ter ficado em casa.
Nunca havia passado tanto essa necessidade de ficar fechada na minha casa, com minha familia.
Talvez seja o peso dos proximos tempos caindo mais cedo do que o esperado.
Eu não sei.
Me cansa especular também.
Eu ia passar os dias com ele, mas agora só queria passar esse tempo sozinha.
Semana que vem, droga.
Semana que vem não dá, ela vai vir passar o fim de semana comigo.
Queria dispensar ela, mas não posso, sabe.
Espero recuperar o humor até lá, pelo menos um pouco, por que ela não tem culpa.
Pelo menos poderemos pensar no projeto.
Merda.
Eu ando tão cansada, tão cansada.
Eu tambem não sei o que é, e não quero palpitar.
Talvez então, na outra semana eu possa ir visitar aquele lugar.
Ou não.
Talvez eu só deva ficar em.casa e fazer o que tiver de fazer.
Sem inventar mais compromissos.
Eu acho que devo me livrar de compromissos os quais não posso cumprir, porque isso é enganar a mim mesma e aos demais.
É duro, mas é o que deveria fazer.
Ok.
É isso.
Droga.
Te amo muito,
Pra sempre.
domingo, 27 de julho de 2014
Esquecimento
Desculpa, eu só estou aqui pra dizer que tenho andado com medo de esquecer quem você é, ou foi.
Eu sinceramente não sei bem, por ando cheia de incertezas, então é isso;
Eu não quero esquecer, mas minha cabeça está uma bagunça danada, estou me recontruindo e reformando, talvez saia um novo 'eu' em breve.
Enfim, vamos esperar até, mas sempre estarei por aqui.
Ou quase sempre.
Sempre quer der é mais correto.
Inconformações
Tantas inconformações, e pra dizer a verdade, mal sei como encarar.
A verdade é que eu já não sei de mais nada, mas existe algo que eu possa fazer?
Se eu quisesse fugir dessa realidade, eu poderia sair de casa, usar drogas, viver e fazer tanta merda, até parar na rua, e talvez morrer em um dia de frio, ser estuprada, ou talvez alguem jogue fogo em mim, porque não duvido que eu seria poupada, mas pra falar a verdade, estariam me fazendo um favor acabando com minha vida em um caso desses.
Loucura.
Mas são apenas ideias estupidas.
Eu não vou fugir, e suicidio deixou de ser uma opção há algum tempo, porque apesar de apagar quando morrer, eu enquanto consciente não posso ser tão egoísta e desestabilizar essa familia, não quero ser o motivo de uma quebra, ou que o pequeno entre em problemas porque eu fui egoísta.
E tudo isso porque sei que eles não tem a responsabilidade para se manterem fortes.
De qualquer maneira, isso só conclui que eu vou ter que ficar aqui, apesar da morte não ser uma questão que me preocupe, além dos que ficarão para trás, e os problemas que eu traria (em poucos aspectos, e ocasionalmente, nos demais).
A questão é que não é exatamente essa,são inconformações.
Não é a primeira vez que vemos ela inconformada e reclamando do pouco e nada que surgir a frente dela, ou do tudo e tanto também.
Eu até posso entender ela, mas me incomoda.
Ele não merecia mesmo tanta consideração e proteção, mas que posso fazer?
Ele é um velho, que podemos fazer conta idade?
Pensando bem, ele não merece nada disso.
Mas eu não iria querer ser tratada como um idiota ignorante ou estupida quando velha, então não quero agir assim com ele.
Eu tenho minhas limitações também, e desde já não quero que me tratem mal, então o que posso fazer é não agir como os demais.
Seria como questão de pensamento coletivo: e se todos nós fizessemos assim?
É como Sartre disse, e volto a repetir que eu o admiro, e gosto de poder pensar sobre suas ideologias e o quanto posso usa-las.
Eu sei que não serei poupada por agir desse jeito, mas não posso contar só com o que há de mal, existem pessoas gentis também, eu ainda tenho fé nas coisas boas.
Eu não vou destratar ninguem, ou agir mal porque os outros podem fazer isso comigo.
E se alguem mais tiver boas intenções?
Então, alguem também deve pensar como eu, assim, ela também dá sentido a isso, e logo, isso poderia ser um coletivo?
Quero dizer, eu vou seguir agindo da maneira que puder, e lógico, sem descuidar e me tornar ingenua, mas em primeira posição, fica a positividade.
Eu posso entender que existem limites de boa vontade, mas nem por isso vou concordar com alguem caçoando o velho, e coisas assim.
Talvez eu esteja sendo chata, mas quero poder entender os dois lados.
Enfim, não quero mais conversar.
Sinto sua falta,
Te amo.
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Medo
Oi,
Sabe, veio aquele medo.
Dele.
Odeio essa proximidade, e essa delicadeza.
Eu tenho muito medo.
Eu tô com medo, e com nojo.
Mas o que eu posso fazer pra não ter que conviver com isso?
O que posso fazer pra me afastar e acabar com isso?
O que posso fazer para criar problemas fazendo isso?
Eu não sei, mas eu preciso.
Queria pedir ajuda ou socorro, queria poder conversar com alguem, mas esse não é o tipo de coisa que eu possa confiar a outro, mas eu tô com tanto medo.
E ele anda sendo tão grosso com ela, e também, com o pequeno.
Isso é um péssimo, terrivel sinal.
Mas ninguem enxerga, ninguem vê a diferença que isso faz.
E eu vou ter que arcar com isso aqui sozinha, mas eu ainda tenho medo.
E agora?
Eu não sei.
Só espero passar intacta, desejo muito, mesmo.
Porque pelo outro, eu não passei.
E também não pude escapar, e ninguém quis me proteger.
Queria que estivesse pra me proteger,
Mas daquela vez você também não me protegeu.
Eu precisaria pelo menos da sensação de ter alguem.
A verdade é que para isso, estou muito sozinha.
E estou tão perdida e confusa, e com medo...
Te amo,
Sinto sua falta.
Irrelevâncias
Oi,
Sabe, algo muito impressionante, e até duvidoso aconteceu.
Eles não reagiram agressivamente.
Sim, isso não aconteceu.
Não me pergunte como e porquê, porque ainda estou impressionada.
Se estou feliz?
Não sei, algo parece errado.
Como e quando as coisas mudaram?
Sinceramente, seria mais provavel considerar um dia exótico ou algo mudou mesmo?
Isso me preocupa, de qualquer maneira, não posso baixar a guarda, isso é extremamente perigoso.
Mas é estranho lidar com isso, de verdade.
Enfim, li alguns livros e isso me fez bem, vou continuar com minha terapia pessoal.
Alem disso, esqueci de perguntar qual livro tenho de ler, isso é mau, mas posso correr com a leitura se me responderem amanhã.
Que assim seja.
Alem disso, eu me sinto incomoda por algo.
Não sei o que estou deixando passar.
E ah, isso não é algo que eu deveria estar te contando, porque sei que você não concordaria, mas enfim...
Vou comprar aquilo, assim, quando a barra pesar e eu estiver mal, sem duvidas vou relaxar.
Só preciso ser bem, mas bem cautelosa.
E tomar cuidado com os rastros, mas ele vai me ajudar, imagino.
Então, acho que é isso.
A rotina é a mesma, as coisas não mudaram esses dias.
Mas segunda tudo se renova ou recomeça. Ou os dois.
Obrigada por me ouvir mais uma vez.
Te amo,
Pra sempre, todo o sempre.
domingo, 13 de julho de 2014
Eu errei
Oi,
Eu cometi um erro grave, quebrei algo do pequeno.
Isso foi mau, muito mau.
Só que o pequeno entendeu, mas ele não vai entender.
Então vou me foder de verdade.
Queria desaparecer, morrer e evitar confusão.
Tchau, tenho que ir.
Te amo,
Queria que estivesse pra me proteger.
Estou errada
Oi,
Ontem terminei de ler um livro e recordei como é bom terminar de um livro bom.
Acho que assim lerei varios livros daqui para frente.
Mas ao mesmo tempo, parei para pensar.
Acho que as vezes gostaria de ser invisivel, ou talvez mais invisivel.
Eu não sei.
Só queria ter minha propria vida sem que ninguem se importe de verdade, ou não se ligue para o que faço.
Odeio esses limites.
Se eu mesma não me permitisse quebrar regras nem sei como estaria agora, talvez triplamente sufocada.
Eles não pensam que é impossivel estar tudo bem se dependesse da rotina que eles acham que eu levo.
Eu estou grata dessa independencia que tenho de ter, pelo menos posso tomar minhas proprias decisões para coisas que estão apenas em minhas mãos.
Acho que ficou tudo bem, só espero não estar enganada quando voltar para casa, sinceramente.
Odiaria saber que foi um engano, alarme falso.
Alem disso, decidi que os dias em que não houver nada a tarde, irei para algum dos dois lugares.
Estarei sempre prevenida, e também não vou contar com ela, porque ela é egoísta demais para que eu possa fazer isso.
Alem de me equilibrar e planejar para os domingos também, porque eu não posso fica nesse inferno.
Se bem que preferirira não ter de dar informação alguma.
Odeio que marquem meus passos.
É sobre isso que digo, não como o tipo de aborrecimento idiota, mas pelo sufoco.
Ela só faz isso, porque não consegue aceitar que outros tentem ter uma vida propria e fora da vista dela.
Por mim, ela nem conheceria um milésimo da minha vida.
As vezes pareço uma má pessoa, mas não é isso.
Só acho que ela caminha pelo lado errado, acho que ela poderia buscar alternativas para ela, ao invés de querer vetar as minhas, por exemplo.
Isso soa tão tosco e tipico, mas é porque a acho muito egoísta.
Ela age mal pelos motivos errados, porque eu poderia ser mais compreensiva se tivesse certeza de qual é o interesse dela.
Acho que prefiro fazer tudo na minha mesmo, e ter sossego e nenhuma intromissão.
Devo, a partir de agora, me afastar.
Isso vai ser mau, por causa deles, mas é a coisa certa a fazer.
Mas eles tem de ir se acostumando a me perder, e nem será assim, mas é que lhes consta algum tipo de senso de propriedade, e isso é mesmo uma merda.
Vivendo pelo que eles escolheram, mas pelos meus meios não é egoísmo, pois até agora continuo aceitando o que me impoem.
Há algo que eles podem reclamar?
Não podem me exigir mais, então que as coisas se encerrem por aí.
Que aprendam a aceitar pelo menos.
E também, vai ser dificil pra mim dar a cara a tapa para aquela coisa toda, então eu imploro espaço para que eu não morra.
Não quero, porque o balde de gelo virá de uma vez sobre mim.
ELES TEM DE ENTENDER ISSO DE UMA VEZ POR TODAS.
Não dou problemas, sou compreensiva e ajudo no que posso.
O que há de mal em pedir só por isso?
Fico complexada em parecer egoísta, mas tenho certeza de que não, só não posso me sacrificar tanto.
Sou um ser-humano, apesar de tudo.
Odeio tudo isso.
Odeio mesmo.
Mas ok.
Sou idiota, eu sei.
Te amo,
Sinto sua falta.
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Incertezas; vulnerabilidade
Oi,
Tenho tantas coisas para fazer, e na verdade estou preocupada porque não posso fazer nenhuma delas agora.
Sem uma boa internet é dificil fazer boas pesquisas, não posso assistir as coisas que preciso, nem nada.
Talvez seja desculpa porque não fiz isso quando estava em casa, mas acho que caiu a ficha com esse acréscimo pesando na minha vida.
O tempo corre, não para, não espera.
E então, eu que parei, e deixei tudo cair bem na minha cabeça. Bem feito?
Talvez eu merecesse mesmo isso, para adquirir algum tipo de senso.
Dia 10.
Tenho só 11 dias de sossego.
Eles só vão me liberar com 7 dias, e sim, eu estou preocupada.
Mas também confesso que estou fugindo de leitura forçada, fico encabulada, mas tenho que fazer um esforço.
Talvez eu precise mesmo é de um tapa na cara, literalmente.
Procrastinando de novo, Idiota.
Eu queria ir pra lá, e me fechar.
Eu queria ir acolá, e me libertar.
Eu só queria vento forte batendo na minha cara, uma chuva fria, e a sensação de não ter obrigação nas minhas costas.
Talvez eu esteja com o abominável complexo da idade, da idade que eu nem tenho.
Mas me empurram pra essa responsabilidade desde agora, e odeio essa suavidade.
É estupido, porque agora ela só esta em minhas costas, acho que estão lavando as próprias mãos usando a psicologia, e está dando certo, já que ficarei sem argumentos.
Além de procrastinadora, sou uma irresponsável.
Ou gostaria de poder ser.
Eu nem sei bem onde ir, e o que fazer.
Acho que não choro faz um bom tempo, e isso também não tá sendo muito bom.
Não extravazo nada, e fico nessa porcaria de discussão interna, mas que coisa mais inutil.
Isso sim é pura enrolação, nem sei o que estou fazendo aqui.
Desculpa, mas preciso que me acompanhe nisso também.
Apesar de Sartre ter toda razão, algumas decisões que as pessoas tomam são baseadas nas emoções, no cuidado com os outros e consigo mesmos, então, soa obrigação.
Quanta estupidez. Quanta covardia.
Vou ir sozinha.
Eu acho que preciso disso, mesmo.
Sufocada. Amarrada. Enforcada. Asfixiada.
Tenho de todo ar puro agora, mas sabe que essa sensação não passa?
Acho que essa discussão que tive a vida inteira de sempre precisar um pouquinho da solidão não era mentira dos tempos dificeis, acho que se tornou, afinal, um traço meu.
Também acho que aprendi a responsabilidade da maneira errada, por isso sou procrastinadora.
Também sou responsavel pelo que sou agora, até porque reconheço, mas não mudo.
Por que não mudo?
Acho que é porque não queria mudar, quero viver tudo aquilo que não posso pelos motivos que me envergonho de ter.
Essa vergonha, sinto raiva.
Se é por ser patético, ou por ser frustrada, não sei bem. Acho que por ambos.
Fico triste por ter raiva, por tudo isso.
As coisas poderiam ser mais mágicas, né.
Ah, o que não daria por mais emoção.
Nem é o tédio, nem a monotonia.
É o sentimento de frustração.
Quanto sentimentalismo, meu deus (não questione o maiúsculo, por favor).
Te contei que ando comendo muito?
Espero que não seja emocional, realmente.
Vou ficar encabulada demais, porque aliás, já existem coisas demais fora de controle para algo se unir a minha bagunça.
E dessa vez, eu nem posso controlar.
Você poderia ter ficado.
Eu te amo tanto,
Sinto tanto sua falta, sinceramente, essa é a única coisa que não posso prender.
Você ainda é aquele buraco que me desarma e me deixa vulneravel.
Você é aquilo que me machuca de todas as formas, de todos os modos.
Me deixou toda essa enfermidade, e toda essa saudade.
Mas ainda parece tudo bem.
Eu só preciso achar a pessoa certa para me ver desabar, a pessoa que darei o direito, e que estará livre dos meus muros, aquela pessoa que carregará a responsabilidade de lidar com minha sensibilidade.
Alguém que não vá embora sem se importar.
Sem egoísmo, sem individualismo.
E as vezes, eu só quero que ela apareça logo, porque as vezes também, não sei até onde consigo aguentar.
E você não vai voltar.
Mas obrigada por me ouvir,
Eu sinto muito sua falta,
Te amo muito, mesmo.
terça-feira, 8 de julho de 2014
Sem Pensamentos
Oi.
Acho que vou desistir mesmo de escrever.
Eu não sirvo pra isso.
Acho que só saem coisas de mim quando tô muito magoada, mas como aprendi a me controlar, e a me importar menos com o que vem dos outros, que anda mais dificil me magoar tanto, então eu vivo na mesma monotia diária.
Me faltam emoções e razões.
Eu resolvi que vou dar um jeito de sair semana que vem, mas não sei para onde vou, para onde quero ir.
Pensei em ir naquele lugar, não me sinto pressionada, nem nada.
Mas eu queria um lugar novo, e confortavel.
Existe algum lugar assim?
Ele me disse para que quando ele viesse aqui, gostaria que eu o levasse a um lugar especial para mim.
E foi aí que percebi que não tenho nenhum lugar especial, que eu goste, que eu me sinta familiarizada e confortavel.
E pensei se sou vazia demais por não conseguir me apegar a nada.
Andei pensando esporadicamente nisso.
Será que sou tão ruim assim?
Será que é mau não me apegar as coisas?
Só é mais simples não viver dessa maneira, é só natural para mim agora.
O fato é que me sinto mal, porque eu vejo que não tem quase ninguem com quem eu conte ou sonhe um para sempre.
Eu se quer tento me enganar.
É como se eu soubesse que hora ou outra as coisas envelhecem e quebram, morrem e não há nada que possa ser feito.
Eu penso assim sobre as amizades, e me sinto verdadeiramente mal por encarar isso tão naturalmente.
Seria frieza minha?
Eu realmente não sei.
Eu me enjoo fácil das pessoas, odeio sentir apego meu ou dos outros sobre mim, me sinto sufocada e sem espaço.
É como se exigissem de mim, e isso me incomoda tanto.
Odeio melosidade, e parece que me sinto melhor quando ignorada do que quando procurada sempre.
É como se respeitassem um espaço, é como se fosse um acordo onde eu também ganho o direito.
Eu tendo a ignorar sempre as pessoas, acho que pelo mesmo motivo.
Isso em partes também tem um pouco de culpa deles.
Eles me sufocam demais, exigem demais.
É o tempo sorrisos e braços abertos, mesmo se eu estiver um caco.
E eles não entendem, nem fazem questão.
São tão egoístas que mal podem ignorar o que o outro sente, são o tempo todo exigencias de uma satisfação que não existe.
Eles gostam de viver uma mentira.
E ao mesmo tempo gostam de esfregar na cara dos outros suas próprias verdades.
Verdades próprias, mentiras para si mesmos, e logo, também para os outros?
Um verdade que é uma mentira, que é mesmo uma verdade?
A unica verdade, talvez seja que tudo é uma mentira.
Eles são tão previsíveis, mas não são uma certeza porque não são uma verdade.
Eu não sei até onde eles são sinceros.
E eis mais uma bagunça.
E mais uma vez, eu não tenho pensamentos sobre.
É isso,
Te amo, para sempre.
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Por ele
Oi,
Hoje ele veio falar comigo.
Não respondi, como as vezes faço.
Me sinto mal fazendo isso com ele, ele é muito especial para mim. De verdade.
Não é por mal, mas me sinto cansada.
É como se estivesse tendo que ser inflingida a apenas ouvir, é como se viesse apenas para ser ouvido.
Isso me soa meio egoísta.
Isso já me cansa.
Então prefiro enfiar tudo em uma unica carta, e assim, não soa egoísta nem de minha parte, ou da parte dele.
Com ele eu queria que as coisas fossem mais como antes e ele pudesse ver melhor as coisas.
Acho que aprendi a ser mais corajosa e sincera com minhas derrotas, e é como se esperasse que os outros cresçam do mesmo modo.
Sou idiota, mas eu bem que queria que as pessoas evoluíssem também.
Para o bem delas.
Elas não conseguem enxergar o mal que fazem a si mesmas, eu sei porque já fui assim.
Mas os outros são os outros, e eu sou eu, não posso misturar.
Não posso cometer o mesmo erro.
Talvez seja o momento de aprender a lidar direito com isso.
Talvez eu que esteja sendo egoísta.
Não é minha intenção, por isso vou tentar fazer as coisas direito.
Do jeito que eu acho, eu acho...
Eu queria me sentir mais segura quanto a isso, mas é melhor confiar no que tenho agora, e deixar que o futuro traga as consequências.
Sei que é importante ser mais equilibrada, pode deixar.
Te amo, coisinha.
Pra sempre, todo o sempre.
Estou aqui
Oi,
Na verdade, eu tenho muita coisa pra te falar, mas tá tudo guardado até eu poder te dizer.
Ando meio longe, mas tô sempre perto.
Junho eu disse muito mais do que pensei que poderia.
E é tudo com você, porque é você.
Queria poder trazer tudo, mas só quando eu voltar pra casa.
Te amo,
Pra todo sempre.
sexta-feira, 27 de junho de 2014
Tudo é sempre "eu"
Eu só queria dizer que eu não quero, nem estou sendo egocentrica.
Mas não adiantaria muito perguntar se você está bem, por isso sei que tudo bem se for para você apenas me ouvir, né?
Além do mais, eu não tenho mais ninguém para me ouvir, e preciso disso.
Porque eu também existo, e também fico feliz ou deprimida, e canso de engolir tudo isso sozinha.
E porque mais ninguém liga, e eu entendo isso.
Obrigada por ter existido, por me amar, e por ser quem sempre foi.
Obrigado por me ouvir sempre que venho aqui.
Quem disse que era para eu me sentir mal?
Eu odeio títulos grandes demais, mas não pude poupar de usa-lo agora.
Eu realmente tô me sentindo mal. Acho que foi o café.
Eu tomei muito café.
Eu não escrevo bem, acho que só aqui que consigo expressar alguma merda de sentimento, e acho que é porque aqui ninguém me vigia, e isso me deprime.
Eu não queria ligar para o que as pessoas pensam sobre mim, mas eu sei que eu ligo, não no sentido de me acharem legal, ou não; mas sim de me enxergarem frágil demais, e porra, isso me irrita demais.
Eu queria ser mais forte, e poder mandar todos se foderem, e ficar em paz com minhas coisas, mas eu não posso, e isso é algo aprendi já faz um tempo, então me ponho a estar atenta a todos, para evitar mais bombas na minha cabeça.
Mas eu tô tão cansada, eu vivo cansada, eu vivo irritada, deprimida, cheia de problemas idiotas que eu mesma causo porque sou muito filha da puta comigo mesma.
Acho que o verdadeiro problema é que eu me enjoo fácil com as coisas, das pessoas e essa estabilidade me confunde muito.
As mesmas pessoas agindo do mesmo modo, diferentes pessoas agindo sempre do mesmo modo.
Eu realmente odeio isso.
Eu preciso de algo novo, pessoas novas, ideias novas, preciso de ideias.
É tão estúpido amar algo que não te ama.
É patético.
Acho que por isso nunca vou saber lidar com sentimentos, porque por mais que eu os tenha as vezes, eu não gosto deles.
Não consigo, porque eles me irritam.
E depois, eles desaparecem.
E não é esse tipo de sentimento individual, porque por sorte, eles não aparecem para mim.
Eu sou grata por isso.
Eu sempre me irrito, tudo sempre desaparece depois.
E eu gosto disso.
Eu tenho me sentindo tão sozinha ultimamente, e você ainda é a causa disso, mas não há nada que possa ser feito, e eu realmente não vou me expor para outras pessoas, porque não é tão simples assim.
Eu continuo odiando tudo.
Porque estou irritada com tudo.
Espero que tudo desapareça depois também.
Mas eu ainda te amo,
Isso sim é algo que vai ser pra sempre.
E eu nunca vou me cansar disso.
sábado, 14 de junho de 2014
De passagem
terça-feira, 10 de junho de 2014
Procrastinadora
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Você faz tanta falta
Fui no sábado, e no carro eu chorei tanto, que me esforcei muito pra não fazer barulho, porque o choro era forte. Chorei porque eu sabia que não teria sua preocupação e sua ansiosidade, e quando eu voltasse, seu alivio e curiosidade.
Eu fui, e não tinha pra quem ligar e tranquilizar, e falar tudo aquilo que eu tinha pra contar.
Eu fui lá, e fiz tudo que tinha que fazer como quisessem, e não questionei, e acabou não sendo como queria que fosse memorável, mas tudo bem, porque me tornei tão maleável pra tantas coisas, que vai ser mais difícil brigar, se não for exatamente por isso.
Eu fui, mas eu voltei.
E você não tava aqui.
E foi tudo tão vazio que o valor não foi o mesmo, e eu me senti tão sufocada por isso. Tava desesperada.
Eu não tinha mesmo pra quem contar.
Eu poderia ter mil pessoas no mundo pra falar, como alguns poucos me perguntaram, mas nunca, jamais será a mesma coisa se não for você.
Você era tão sincera, mas tão sincera dentro da sua confusão e desatenção, que era até gostoso ter que explicar mil vezes a mesma coisa, e chamar sua atenção pra que a senhora entendesse o que eu queria dizer.
E a senhora ouviria as mil vezes se fosse preciso para me entender, porque me amava incondicionalmente.
E sabe, esse sonho todo que passei esses anos enchendo tanto a senhora com assunto bobo, com aquelas coisas todas bobas, mas que era só porque era você que tava lá me ouvindo, perdeu a energia.
Esse é o buraco que você deixou, a energia foi toda embora.
E até aquela que era muito pouco foi embora de vez, e tá tão, mas tão sacrificante dar um jeito de fazer tudo direito, que se eu não cuidar, o que não gasto mais de energia agora, depois vai ser uma bomba que vai estourar na minha cabeça.
Eu preciso daquela ajuda indiferente só pra poder vomitar pra alguém meu desespero, porque vai ser alguém que não me conhece, não liga, e não se intrometer mesmo na minha vida; vai ser tão fechado que nada vai acontecer além de um alivio no peito, e é disso o que mais preciso.
Mas não é porque eu não quero mudar, mas só eu posso me ajudar, ninguém mais tá aqui como você pra me abraçar e cantar aquelas canções de ninar, e me tratar como a criança indefesa que eu sou, e mais ninguém nunca quis aceitar ou enxergar. Só que eu nunca precisei delas, porque você sempre bastou, foi muito mais que suficiente.
Você tinha que ir embora hora ou outra, mas eu jamais estaria preparada de verdade.
Sinto tanto sua falta, tanta, tanta, tanta...
Você não pode fazer mais nada por mim mesmo, mas eu posso entender, ainda conto com seu amor.
Só isso
Sabe, gosto de vir aqui, de como as coisas aqui são paradas e como o tempo cessa sem muito desgaste, gosto de como aqui é vazio e as pessoas são transitórias, de como não se importam em demorar e apenas fazem o que tem de fazer.
Odeio esse apego as coisas, odeio o barulho e as pessoas, de terem tão pouco conteúdo e como seu ego é inflado por acreditarem possuir grande coisa.
Eu entendo o senso conceptivo individual, mas não consigo me abster a valores mínimos necessários, da consciência do presente e sua importância, e como isso nos remete ao passado. Não é obrigatorio gostar, mas é essencial saber.
Então prefiro aqueles que não conheço, que não posso julgar, por não saber quem são. Gosto do transitório, porque não dá tempo de assimila-los. Gosto do silencio pelo bloqueio de intimidade.
Não é como se eu não quisesse laços permanentemente, mas em tempos como os de agora, eu simplesmente os dispenso.
terça-feira, 6 de maio de 2014
De novo
De novo ela levou pro pessoal essa merda toda, de novo ela fez isso, ela sempre busca motivos pra se ofender e começar uma briga.
Eu não ligo para o que os outros vão fazer ou escolher, porque eu não dependo delas para tomar minhas decisões, na maioria das vezes não, e nesse caso, eu totalmente não dependo de mais ninguém, não de quem ela pergunta.
Meu Deus, eu só disse que não ligo se a outra vai aqui ou ali, ou onde quer que seja, porque não é minha vida.
É difícil entender isso?
Eu sinceramente me arrependo muito de ter deixado ela comprar as passagens, eu preferia ficar em casa, não ir a lugar algum, não ficar cansada, poder dormir, e esquecer essa besteira toda e buscar algo melhor para me ocupar, mas eu sei que não vai ser assim, e mais uma vez, não fui eu (não só eu) que fez o sonho virar mais um daqueles pesadelos dispensáveis, e preferir o sossego.
Conflitos, por que as pessoas sempre buscam um?
Não é mais simples não se incomodar com nada desnecessário?
As pessoas reclamam de ser machucar demais, mas elas procuram a luta para serem feridas, para se machucarem e para sentirem auto-piedade, ou piedade alheia, ou simplesmente para criar algum tipo de culpa nos outros.
Acho que isso é meio sádico, afinal de contas.
Eu poderia me proteger melhor dessas coisas, porque na maioria das vezes eu entendo o que as pessoas estão fazendo, e na mesma freqüência, eu busco ignora-las. É melhor para mim, é melhor para elas.
Mas eu acabo com um gostinho amargo de angustia, porque por saber o que elas querem, magoa um pouco ver como as pessoas são.
Eu as vezes pareço meio irritadiça, mas as pessoas sempre veem nas coisas mais insignificantes.
Quando é de verdade, eu sei fingir bem que nada aconteceu.
Acho que também é mais uma película fina de proteção, e funciona.
Eu tô falando isso, mas na verdade, isso não muda muito as coisas.
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Novo Inicio
Recomeço ou Novo Inicio, não importa.
Se a busca de um caminho diferente, para achar o mesmo que sempre busquei estiver logo em minha visão, é o que desejo.
Me pergunto quem eu sou, e ainda não sei responder.
Problemas cognitivos me afetam, me descoordenam, me assolam, me assombram, me perturbam.
As coisas me dão medo, e me sinto muito perturbado porque de repente lembro que estou afetado por isso, mas não tenho a ajuda de que preciso, não porque não queira ou porque alguém realmente tenha culpa disso, mas as coisas nem sempre saem bem e você acaba saindo dos trilhos e a droga da sua vida se perde e você não sabe como arrumar direito.
Eu não sei arrumar nada direito.
Busquei fugir da merda de realidade que a vida é, ou era, ou será, fugir do que me incomodava, e achei um mundo bonito demais, sorridente demais.
Mas para quem não tinha perpectivas e não tinha um pingo de esperança ou desejo de futuro, é como uma droga que vicia e você depois não sabe mais sair dessa coisa superficialmente linda, linda demais pra ser verdade.
Acabei descobrindo que não existe plenitude em felicidade e até mesmo, tristeza.
Porque quanto mais triste você está, quanto mais tempo você está nessa vida infeliz, você busca enxergar algo menos desgraçado; e quando você está feliz demais, é porque você está mentindo para si mesmo, ou alheio ao mundo real. E por fim, descobri que é melhor achar algo próximo a meio termo entre isso,porque mesmo sendo meio desequilibrado, esse é um equilíbrio próximo a uma leve solução de algumas coisas.
Algumas muitas coisas.